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domingo, 20 de novembro de 2016

Dia da Consciêcia Negra em BH

Projeto Oblata Diálogos pela Liberdade comemora o dia da Consciência Negra e abertura dos 16 Dias de Ativismo.

Na tarde do dia 17/11/2016, celebramos com as mulheres atendidas pelo Projeto Diálogos pela Liberdade o Dia da Consciência Negra, dia de resistência a todo tipo de discriminação e racismo ainda existente no Brasil e no mundo. Elas manifestaram situações de racismo, discriminação e preconceito vivenciados no cotidiano de suas vidas.

Mulheres que participavam da oficina de mega hair, agentes, voluntários/as, estudantes de enfermagem da UFMG, tod@s foram convidadas/os a vestir-se com trajes típicos da cultura

Negra Africana. Neste dia trabalhamos o tema: “Tire seu racismo do caminho que eu quero passar com a minha cor” (Georges Najjar).

Danças circulares, cantigas, fotografias, comidas, turbantes, sons e ritmos africanos se expandiam do Cantinho da Paz. Foi recitado o poema de Fabi Alves, que aborda um pouco a violência que a mulher sofre ainda na atualidade pelo fato de ser: mulher, negra, pobre e prostituta. Com a comemoração do dia 20 de novembro, nos unimos a todas as pessoas que lutam contra a injustiça, opressão e dor, clamando: “A nossa luta é por direitos, demos um basta ao preconceito!”.

SOU MULHER

(Negra e Pobre)

Dizem que hoje é meu dia,

Me parabenizam, mas amanhã

Querem me pisar, bater e humilhar.

Impondo regras, limites,

Atacada pelos preconceitos laxos,

Sobre o que devo ou não fazer.

Sobre o que devo ou não ser.

Dia das mulheres de nada significa

Para mim, comparado as

lutas e sofrimentos de toda uma

vida só pelo fato de ser mulher.

Mas sou guerreira.

Por ser mulher já me faz forte.

Um pouco mais por ser negra,

Um pouco mais por ser pobre.

Fabi Alves

Fonte: Projeto Oblata BH - Diálogos pela Liberdade

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